terça-feira, 29 de novembro de 2022

Alunos de Santa Helena fizeram Vestibular da UEMA Campus Pinheiro neste Domingo

 

Neste domingo (27), o CE Deputado Luís Rocha, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Santa Helena, disponibilizou os Ônibus Escolares para levar os Alunos dos 3° ANOS do Ensino Médio, até Pinheiro, para fazerem a Prova do PAES da UEMA.

O Processo Seletivo de Acesso à Educação Superior (PAES) é um importante instrumento avaliativo através do qual os alunos podem adentrar aos Cursos de Graduação ofertados pela Universidade Estadual do Maranhão - UEMA.

Agradecemos a todos os nossos Professores, pelos AULÕES, assim como também, agradecemos aos Professores Elma e Vinícius por terem acompanhado os nossos alunos durante a viagem, de ida e volta, até Pinheiro, onde foi realizada a Prova. 

Parabéns e sucesso a todos os envolvidos no processo.

Maranhão tem 905 obras públicas paralisadas, o maior número do País, segundo TCU

 


O Maranhão é o Estado que possui o maior número de obras custeadas com recursos públicos que estão paralisadas, com 905 empreendimentos em pausa na construção, segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU). Em toda a Amazônia Legal, nos nove Estados (Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Tocantins, Rondônia, Roraima, Maranhão e Mato Grosso) que formam a região, esse número chega a 2.641 obras paralisadas.

O painel geral com dados de obras públicas federais aponta que 8 mil (38%), das 22 mil obras registradas em todo o País, estão paralisadas. Os dados foram extraídos dos bancos de dados da Caixa Econômica Federal, Ministério da Educação (MEC), Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e Ministério da Saúde. O governo federal investiu R$ 22,43 bilhões nesses empreendimentos.

Depois do Maranhão, o “campeão” em obras paralisadas é o Pará (671), seguido do Amazonas (292), Tocantins (279), Mato Grosso (193), Rondônia (96), Acre (79), Amapá (78), e por último, Roraima (48).

Líder no ranking das obras paralisadas, o Maranhão traz entre as causas da não conclusão dos trabalhos: a qualidade do projeto, discricionariedade do gestor público, dificuldade financeira da empresa executora, preços propostos pela empresa executora inexequíveis, dificuldade técnica do tomador, contrato rescindido, irregularidades na gestão anterior e abandono da empresa.

Ranking geral

No diagnóstico do TCU realizado em abril de 2018, havia 38.412 obras no total e 14.403 paralisadas, percentual de 37,5%. Em 2020, já eram 27.126 no total e 7.862 (29%) paralisadas.

No quadro geral dos Estados, seguido do Maranhão, a Bahia ocupa o segundo lugar no ranking, com 807 obras paralisadas, e o Pará está na terceira posição (671). Na “lanterna” da lista está o Distrito Federal, com 24 obras paralisadas.

O painel do TCU ainda classificou quais áreas as obras paralisadas pertencem, indicando que “Educação“, com 3.993, é a que tem o maior número de empreendimentos com construção em suspensão. Depois, estão 1.966 obras não especificadas, indicadas pelo TCU com “em branco”. “Infraestrutura e Mobilidade Urbana” são 569. Em último está “Defesa Civil“, com 25.

Policia Militar recupera moto com registro de roubo que estava em posse de um menor em Turiaçu

 

O policiamento militara da cidade de Turiaçu-MA, recuperou uma motocicleta com registro de Roubo/Furto que estava em posse de um menor.

A guarnição avistou A. A. S.C. DN de 17 anos, de posse do veículo, após abordagem, foi feita consulta no sistema do Sigma, a qual foi constatada uma restrição de roubo da referida motocicleta.

Diante disso, foi feito contato com os pais do menor e apresentados a autoridade policial (Delegado de Polícia Civil de Turiaçu) para os procedimentos cabíveis.

Brandão deve declarar apoio para Othelino na disputa da Assembleia Legislativa

 


O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), confirmou em vista ao município de Parnarama, que é mesmo candidato à reeleição para o comando da Mesa Diretora da ALEMA, no dia 1º de fevereiro.

Nos bastidores, aliados do governador Carlos Brandão admitem que pelo avanço com apoios de outros deputados, Othelino deve ser o nome de consenso do governador Carlos Brandão (PSB).

“Sem encontrar outro nome que seja viável e que não dependa 100% do Governo Brandão, a candidatura única de Othelino é a confirmação de que a Assembleia Legislativa é dos Deputados Estaduais” disse um deputado eleito de primeiro mandato.

Pavimentação de ruas leva dignidade a moradores de bairros em Turilândia

 

A gestão do prefeito Paulo Curió, vem intensificando a melhoria de ruas por toda a cidade, através da Secretaria de Infraestrutura a boa trafegabilidade é uma realidade em Turilândia.

A Prefeitura Municipal, cumpre com rigor o cronograma de melhoramento de ruas, seja com afastamento ou com bloquetes, a pavimentação com meio fio e sarjeta, tem levado mais dignidade aos cidadãos.

Na Vila São Pedro as obras estão em ritmo acelerado, melhorando a trafegabilidade, segurança e qualidade de vida dos moradores do bairro. Para o prefeito Paulo Curió, a pavimentação de ruas além de melhorar a trafegabilidade, leva dignidade aos moradores além da valorização dos imóveis.

“Levar dignidade aos cidadãos turilandenses é compromisso de nossa gestão”. Finalizo o prefeito Paulo Curió.


segunda-feira, 28 de novembro de 2022

Prefeito Paulo Curió inicia em dezembro projeto de doação de 50% do próprio salário para construção de casas para famílias carentes em Turilândia

 Uma iniciativa acima de tudo Humana, o prefeito de Turilândia, Paulo Curió, lançou nesta segunda-feira (28), um projeto de cunho pessoal mais sobre tudo de amor aqueles que mais precisam, “Casa Nova” um projeto social que tem por finalidade oferecer dignidade e um lar decente para famílias que precisam de um olhar mais atencioso do poder Público.

A partir de dezembro deste ano de 2022, o gestor estará doando 50% do seu próprio salário, para construção de casas, para famílias carentes do município de Turilândia.

No lançamento do Programa o prefeito falou sobre a iniciativa, “Em nossas caminhadas pelo município, nos deparamos diariamente com diversas situações, é notório que muitas coisas já realizamos por nossa gente, o carinho recebido pela população é o reflexo dessa gestão comprometida, e isso nos dá força pra seguir trabalhando por todos, porém há quem precise de atenção especial, por não possuir nem mesmo um teto digno, diante dessa realidade, tomei a iniciativa de criar um novo projeto que favorecerá muitas famílias em nosso município, e desta vez, um projeto de cunho pessoal.  A partir deste mês de dezembro, iniciaremos o PROJETO CASA NOVA, onde estarei doando durante todos os meses do meu mandato, 50% do meu salário para construção de casas para famílias carentes. Com muita fé em Deus, conseguiremos dá uma moradia digna para quem mais precisa”.

Educação no fundo do poço. Alunos da Escola José Erivam recebem um pedaço de "Batata" na merenda

Há seis anos, desde a posse do pseudo prefeito de Pinheiro, que as crianças da nossa terra não têm um ano integral, retilíneo, regular nas escolas na cidade e muito menos no interior do nosso município de Pinheiro. 

As causas são as mais variáveis e inacreditáveis possíveis. A maioria por reformas em pleno período letivo. Acreditem: aqui, não se faz reformas no período de férias. É sempre e durante período das aulas. Se para tudo e se faz a reforma. Na maioria longas e interminaveis. 

Se for enumerar as muitas causas responsáveis por não ter as aulas, ficaria muito extenso o texto. Mas, algumas chamam a atenção. Como: a falta de merenda. Inexplicável. Para o Ministério Público de Pinheiro. Normal!. 

Essa panela de batatas (foto) é da Escola José Erivam. Uma das maiores Escolas em número de alunos do nosso municipio. De um dos bairros mais carentes de nossa cidade e onde a maioria das crianças vão em busca da merenda e dependem dessa refeição diária.  Um pedaço de Batata. 

A falta de transporte escolar. Ou por falta de combustível ou por falta mesmo do ônibus. Também para o MP de Pinheiro tudo certo. Falta de professores é outra causa constante, pra não falar da falta de água nas escolas o que já se tornou rotina. " como dizem os pais e alunos. "Qualquer motivo hoje é causa pra não se ter aulas".

Para alguns pinheirenses sensatos, o prejuízo para essa geração de jovens nesses últimos seis anos será desastrosa em todos os sentidos e um retrocesso incalculáveis e difíceis de se recuperar.