segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Secretário Luis Fernando inaugura pavimentação da MA-317, em Cajari


§  A obra de pavimentação da rodovia MA-317, que liga o município de Cajari (a cerca de 200 quilômetros de São Luís) ao entroncamento da MA-014, foi entregue à população pelo secretário de Infraestrutura, Luis Fernando Silva, acompanhado do prefeito da cidade, Joel Dourado, neste sábado (23). O serviço contemplou 14,5 quilômetros e teve investimentos da ordem de R$ 5.672.746,47.

§  “A estrada resgata a autoestima dos moradores e de quem passa por aqui e promove a valorização das cidades de Viana e Cajari. A estrada é desenvolvimento, é mais acesso a saúde, melhor transporte escolar, melhor segurança no trânsito, maior segurança pública também, é escoamento da produção, é a diminuição do tempo de deslocamento, enfim, é um fator dos mais importantes de desenvolvimento econômico e social”, contou Luis Fernando Silva.

§  Ele ressaltou que este ano, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura (Sinfra), está pavimentando mais de 1.100 quilômetros, ligando por asfalto todas as sedes municipais. Na ocasião, Luis Fernando anunciou também que serão pavimentados mais quatro quilômetros de ruas e avenidas na cidade.

§  O prefeito Joel Dourado Franco afirmou que a obra é um sonho antigo da população e vai contribuir para o desenvolvimento da região. “Recebemos esse grande presente, que é o sonho do povo cajariense, uma estrada de qualidade para permitir o acesso a sede do município. Só tenho a agradecer essa parceria entre o Governo do Estado e a prefeitura, fundamental para melhorar a vida da população”.

§  Já o prefeito de Viana, Chico Gomes, lembrou que a MA-317 beneficia toda a Região da Baixada Maranhense. “A governadora Roseana está olhando para a nossa Baixada, pelo povo do Maranhão, fazendo um governo de mudanças e transformações, trazendo obras importantes como a construção de estradas, escolas e hospitais”, finalizou.  

§  Também participaram da inauguração o secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes; o adjunto da SSP, Laércio Costa; e a adjunta da Cultura, Marlilde Mendonça; o deputado estadual Jota Pinto; prefeitos da Baixada Maranhense, lideranças políticas e comunitárias.

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§  População agradece

§  O pedreiro Júnior Ferreira e da dona de casa Maria Anunciação Lima, moradores do povoado Santa Teresa, no município de Cajari, destacaram os benefícios trazidos pela obra. “Essa estrada melhorou muito a vida da gente, pois agora a poeira não invade mais as nossas casas, e quando chovia muito era a lama que atrapalhava a vida de todos nós”, afirmou dona Maria Anunciação Lima.

§   “Antes, a gente demorava de meia hora a 40 minutos para chegar até Cajari, e hoje o percurso dura, no máximo, 10 minutos. Isso trouxe um ganho para os trabalhadores e para os estudantes da região, além de maior segurança neste percurso”, completou Júnior Ferreira.

§  Já para o lavrador Melquides Santos, morador do Povoado Ponta do Recanto, a rodovia representa novas oportunidades. “Eu estou muito contente e emocionado de ver essa estrada prontinha, pois antes era sofrido viajar por essa estrada, tinha muita poeira. Hoje, tudo mudou e para melhor”.

§  “O asfalto era um desejo antigo não só para a população de Cajari, mas de toda a região. E com essa estrada a gente percebe que o município vai crescer e com isso, vem a geração de empregos e a melhoria da economia no lugar”, ressaltou o empresário Manoel Cutrim.
 

Sagrima e Aged promovem Dia de Campo contra Febre Aftosa na Baixada Maranhense


§  A Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Sagrima) e a Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged-MA) realizaram, no sábado (24), mas uma ação de sensibilização dos criadores para o período de campanha de vacinação contra a febre aftosa, que será encerrado em todo o estado no próximo sábado (30). O 2º Dia de Campo contra a Febre Aftosa na Baixada Maranhense foi realizado na Fazenda Ingaí, em Vitória do Mearim, e reuniu criadores de toda a região, que assistiram a palestras sobre a importância da vacinação e as formas corretas de imunizar os rebanhos bovídeos (bois e búfalos).

§  O secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Cláudio Azevedo, participou da solenidade de abertura do evento e alertou os criadores que a obrigatoriedade de vacinar os rebanhos duas vezes por ano permanece, mesmo após a declaração do estado como zona livre de febre aftosa com vacinação, oficializada em setembro deste ano.

§  “Agora mesmo é que temos que vacinar os rebanhos, para não deixar que a febre aftosa se instale novamente em nosso estado. Foi uma conquista sonhada e buscada por muitos anos. Hoje, temos a mesma classificação sanitária de grandes centros pecuários, como São Paulo e, futuramente, com a certificação internacional que esperamos ser oficializada em maio de 2014, poderemos exportar carne para os grandes mercados europeus com a vantagem de ter dentro de nosso estado uma estrutura como a do Porto do Itaqui”, destacou o secretário Cláudio Azevedo.

§  No Maranhão, até o próximo dia 30 devem ser vacinados mais de 7,5 milhões de bois e búfalos. Entre elas, 367.419 estão localizadas nos municípios que compõem as regionais de Viana e Pinheiro, público-alvo do evento. Os criadores ainda terão até o dia 15 de dezembro para irem até um escritório da Aged comprovar a vacinação do rebanho e regularizar a situação sanitária de sua propriedade.

§  O diretor geral da Aged, Fernando Lima, ratificou aos criadores que, nesta etapa, não haverá possibilidade de prorrogação do prazo de vacinação e que os criadores inadimplentes terão que pagar, além da multa de R$ 200,00, mais R$ 5,00 por cabeça não vacinada, mais os custos da vacinação assistida com o monitoramento dos fiscais agropecuários estaduais, que são de R$ 2,00 por cabeça vacinada, para quem possuir ate 50 animais cadastrados no órgão estadual, R$ 2,50 para o criador que tiver um rebanho entre 51 e 300 animais e R$ 3,00 acima de 301 animais cadastrados.

§  As novas sanções estão previstas na Portaria Estadual nº 167, da Aged. “Receberemos em fevereiro do próximo ano uma comissão europeia da OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) que virá verificar se o Maranhão está de fato habilitado para a certificação internacional de zona livre de febre aftosa. Por isso, não temos como estender o prazo oficial de vacinação”, justificou o diretor da Agência.

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§  Raiva herbívora

§  Além da febre aftosa, o Dia de Campo chamou a atenção para outra doença com grande incidência na região da Baixada Maranhense e Alto Turi: a raiva herbívora. De acordo com a portaria estadual nº 1.046, de 15 de outubro de 2012, algumas regiões onde a população de morcegos hematófagos - transmissores da raiva herbívora - é muito alta, é obrigatória a vacinação anti-rábica em rebanhos bovinos, bubalinos, e equídeos (cavalo, pónei, asno ou burro).

§  “Os criadores podem vacinar seus rebanhos em qualquer época do ano. Entretanto, a comprovação deve ser feita no mesmo período da campanha da febre aftosa, ou seja, até o dia 15 de dezembro”, alertou a chefe da Unidade Regional da Aged em Viana, Kamila Vidigal

§  Participaram do 2º Dia de Campo contra a febre aftosa, os secretários adjuntos da Estado da Agricultura, Raimundo Coelho de Sousa; e de Cultura, Marlilde Mendonça; os secretários municipais de Agricultura, Jocelan Tinoco, e de Comunicação, Cesar Abusale, da Prefeitura de Vitória do Mearim; a vereadora do município, Fátima Amorim; os chefes das unidades regional da Agência Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural (Agerp), Marlúcio Mendonça; e da Aged em Itapecuru-Mirim, Maria de Lourdes Fernandes; a diretora de defesa e inspeção animal da Aged, Margarida Praseres; o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar); o diretor secretário da Federação de Estado da Agricultura do Maranhão (FAEMA), Antônio Figueiredo; o diretor administrativo e financeiro do Sebrae-MA e proprietário da Fazenda Ingaí, Nonato Corrêa; o presidente da Associação dos Criadores de Vitória do Mearim, Sérgio Antônio Leite Muniz, e o presidente da Associação Comercial de Vitória do Mearim, Valdeci Amorim.

Luta de Herbert Fontenele contra o câncer é destaque na revista “Veja”


sábado, 23 de novembro de 2013

Bequimão começa a sediar nesta segunda dia 25/11 Primeira Semana do Bebê Quilombola

Dez comunidades do município de Bequimão, localizado a 54 km de São Luís, foram mobilizadas para a 1ª Semana do Bebê Quilombola, que acontecerá entre os dias 25 e 30 de novembro. O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria Extraordinária de Igualdade Racial, Prefeitura Municipal de Bequimão, Unicef, Fundação Josué Montello, Pampers e a empresa RGE uniram forças para levantar a discussão sobre a prioridade do direito à sobrevivência e ao desenvolvimento de crianças de até 3 anos de idade. A solenidade de abertura ocorrerá na segunda-feira (25), às 9h, na Câmara Municipal de Bequimão.
Os moradores das comunidades quilombolas ajudaram a elaborar a programação da Semana. Foram eles que escolheram, em assembleia, o tema “O Direito, a Sobrevivência e o Desenvolvimento da Criança Quilombola”, com o intuito de destacar os cuidados que se deve ter com a criança logo na primeira infância. As atividades serão realizadas, simultaneamente, nos povoados Santa Rita, Rio Grande, Ariquipá, Ramal do Quindíua, Pericumã, Marajá, Conceição, Mafra, Sibéria e Juraraitá, todas certificadas como remanescentes de quilombolas.
Pioneira no Brasil, a Semana do Bebê Quilombola de Bequimão foi construída de maneira participativa e colaborativa, para servir como modelo a outros municípios do país. No começo do mês de outubro, a secretária Estadual de Igualdade Racial, Claudett de Jesus Ribeiro, e a secretária Municipal de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Dinha Pinheiro, promoveram rodas de conversa em sete dessas comunidades.
Os moradores dos quilombos opinaram sobre aspectos importantes ao desenvolvimento infantil, como a necessidade de consultas ao pediatra, cuidados com alimentação, amamentação, brincadeiras e passeios, estabelecimento de limites desde cedo, bons exemplos dos pais, dentre outros.
A partir das respostas, foram propostas ações que valorizam o jeito característico, nos quilombos, de cuidar das crianças. “Assim como na África, tudo aqui é coletivo. Então, toda a comunidade educa a criança e todas se criam juntas. Queremos que isso seja reforçado, como forma de manter a identidade dos negros quilombolas”, destacou Claudett Ribeiro.
Troca de experiências
Durante a Semana, serão partilhadas experiências que demonstram a necessidade de preservar a cultura da população quilombola. Haverá momento para se falar dos remédios, rezas e das crenças que vieram da África; para contação de história sobre a infância dos avós; discussão a respeito das mulheres guerreiras e da importância das crianças nos quilombos, além de conversas sobre gravidez e parto.
Pontos de luz, como serão chamados os facilitadores, estimularão histórias como a de Eunice Cruz Pinheiro, 24 anos, que deu luz ao filho Renan Cruz Pinheiro, hoje com 4 anos. Ela fez todo o pré-natal no hospital do município, mas no dia do parto estava chovendo muito forte e a ambulância não conseguiu chegar até sua casa, que fica após um rio. A solução foi realizar o parto em casa, tendo como parteira a própria avó. “Aqui, na comunidade, a gente acha até melhor ter o filho em casa, por que a gente recebe o cuidado da família. Além disso, todo mundo dá apoio, pode ser de qualquer pessoa, de um professor ou parente, que aconselham”, contou a jovem mãe quilombola.
Esse conhecimento tradicional dialogará com políticas de assistência e cuidados à primeira infância. Médicos, enfermeiros, nutricionistas e agentes de saúde estarão nas comunidades prestando serviços de vacinação, atendimento médico básico, orientação alimentar e de saúde bucal. “Reconhecemos a importância dessas comunidades para a história e para a construção do nosso município. Por isso, queremos oferecer todas as condições para que a identidade dos quilombos seja preservada, ao mesmo tempo em que ampliamos a assistência por meio das políticas públicas”, afirmou o prefeito José Martins (PMDB).
Bequimão em números
  • 20.339 habitantes;
  • 10.344 homens e 9.995 mulheres;
  • 13.748 vivem na zona rural;
  • 6.591 moram na zona urbana;
  • 6.921 identificam-se como brancas;
  • 13.319 são negros;
  • 18 comunidades remanescentes de quilombos;
  • 10 são certificadas pela Fundação Cultural Palmares.

O COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO MARANHÃO E AS EXPECTATIVAS GERADAS COM A SUA MUDANÇA



Qualquer mudança na direção de uma instituição gera enorme expectativa de seus integrantes, principalmente quanto ao futuro e como o novo gestor direcionará suas ações administrativas e operacionais, a partir dali. No caso da gloriosa Polícia Militar do Maranhão, muito mais, porque, se de um lado a população maranhense, hoje carente da sensação de segurança pública, espera colher em breve os resultados positivos com mudanças e ações que possam prover a tão sonhada tranquilidade pública, os policiais militares, muito mais; pois, além de desenvolverem suas atividades cotidianas em benefício das comunidades, também se preocupam com a sua própria segurança pessoal, a qual foi colocada em xeque recentemente, além de efetivas providências no atendimento de seus anseios que até então era impossível de ocorrer.
Desde o dia 17/04/2009 quando assumiu o comando da secular instituição policial militar, o coronel substituído neste último 18/11/2013, implantou políticas internas que causaram desagrados, insatisfações, irritações e desmotivações, refletindo de pronto no desmonte estratégico da cultura e da tradição policial militar e que sem sombra de dúvidas passou a balançar os pilares essenciais institucionais (hierarquia e disciplina), sem atermos a sua perene responsabilidade em contribuir para a elevação dos índices de violência e criminalidade, vez que a tropa totalmente desmotivada perdeu a credibilidade em seu comandante maior – o Comandante Geral da PMMA.
Essa afirmação não é minha, foi simplesmente o eco do dia-a-dia dos quartéis, retratadas após as constantes e insistentes denúncias exploradas pela mídia e não apuradas.
A omissa postura adotada, traduzida na falta de habilidade em levar a Exmª Governadora do Estado, os anseios de sua tropa, preferindo propiciar a um pequeno grupo “beness” em detrimento do simples comandamento imparcial, profissional, legal que beneficiasse a todos, acabou por fazer eclodir um movimento paredista com a participação significativa de uma parcela dos verdadeiros executores da segurança pública – as praças, após mais de 170 anos da PMMA, corporação de relevantes serviços prestados a sociedade maranhense.
A oficialidade experimentou entristecida a vilipendiação pública do seu dirigente maior transcrita na decisão judicial quando o MM. Juiz de Direito Titular da Auditoria da Justiça Militar do Estado do Maranhão, julgando improcedente o pedido de prisão preventiva dos policiais militares organizadores da paralisação da PM e CBM, no dia 25/11/2011 (amplamente divulgado na mídia, inclusive com o teor da decisão), ratificou o que já era público e notório: a perda de confiança por parte da tropa em relação ao seu Comandante.
A situação insustentável levou a agonia institucional com clarividência de uma nova paralisação da tropa, desta vez, pela inaceitável permanência a frente dos destinos da corporação de um Comandante que insistia em permanecer na condição de dirigente, tendo contra si todos os critérios de sustentabilidade: aval da tropa, apoio da oficialidade, simpatia da população, crença das autoridades em imediata mudança do “status quo” e profissionalismo, agarrando-se em todas as possibilidades como um náufrago em mar aberto abraçado com um dos remos de um bote a deriva.
Da plêiade de oficiais a frente das Unidades Policiais Militares não existe grandes contestações, pois todos são comprometidos com o objetivo maior que nos move em realidade o problema se encontrava na gestão macro institucional centrada na figura do Senhor Comandante Geral.
Eis que finalmente a “Comandante Em Chefe da PMMA”, a Exmª Sra. Governadora do Estado, cansada de hipotecar solidariedade e proporcionar apoio incondicional, entre a “cruz e a espada”, respaldada pelos clamores de seus comandados, não lhe restou outra alternativa senão a troca do comando, a fim de acalmar os ânimos da tropa e depositar as esperanças do retorno institucional aos trilhos da credibilidade, da viabilidade e da importância social.
Escolheu entre os dezoito coronéis do serviço ativo, o Cel QOPM Aldimar Zanone Porto, homem de inúmeros serviços prestados a população maranhense, com uma vasta experiência profissional no interior do Estado e que por onde passou desempenhou com galhardia, seriedade, conduta ilibada, companheirismo, eficiência e eficácia as UPMs, recebendo no último dia 18/11/13, a difícil incumbência - encontrar o caminho da paz interna e estimular a tropa a voltar a exercer o seu verdadeiro papel – guardião da sociedade maranhense.
Tão logo foi divulgado na mídia, o semblante dos policiais militares mudou, o clima nos quartéis passou a ser de alegria, começou em massa o gradativo retorno a segunda casa dos profissionais de segurança pública que passaram a comemorar nos bate-papos informais. O dialogo passou a ser a palavra de ordem.
Em meus quase 33 anos de efetivos serviços vivenciados na corporação, já tendo a oportunidade de servir com mais de 17 ex-comandantes gerais, acompanhei suas mudanças (o que consideramos natural, afinal, as trocas oxigenam a instituição e são consideradas como missões institucionais), entretanto, tristemente afirmo que nunca presenciei um oficial superior alcançar significativo índice de rejeição, de ódio, de desprezo e de desconsideração, o que é lamentável, afinal, todos nós policiais militares somos companheiros, somos irmãos, somos a parcela da sociedade que apanha, é violentada, é agredida, mas sempre teremos o sacerdócio como a nossa bandeira principal.
Mas os tempos são outros, novo comando, novas esperanças, mudanças que estão sendo implementadas para recuperar esse longo interregno de tempo perdido – 04 anos, 07 meses, 01 dia – retorno da alta estima, motivação exalando por parte de todos, vontade de bem servir, pequenas ações adotadas que já revelam a cara do novo comandante, baseadas no respeito, na consideração, na diferença de tratar os seres humanos, na preocupação institucional, enfim, no bom comandamento da maior corporação maranhense, presente em todos os municípios deste Estado.
A demonstração inicial ofertada pelos oficiais de ombreamento e caminhar lado a lado neste novo projeto, por si só já evidencia que o nosso Comandante Geral terá todo o apoio e estímulo para fazer um grande comando, os desafios são enormes, ninguém os desconhece, mas a boa vontade é geral e única.
Tardou, mas, enfim aconteceu.
Por: Coronel Augusto Furtado Moreira

PM prende quadrilha de traficantes que atuava no Bairro Ilha de Leonor entre eles um ex. PM

Uma operação do grupo de operações especiais (GOE) na noite deste sábado (22), uma quadrinha de traficantes foi retirada de circulação das ruas da cidade de Pinheiro.

Depois de receber denuncia o comando do 10º BPM, designou uma guarnição na captura de traficantes que estavam atuando na rua projetada no Bairro Ilha de Leonor em Pinheiro. Chegando lá os PMS atestaram a veracidade, e abordaram numa residência, José dos Santos Almeida (vulgo preto), Diego (ex- PM) filho do vereador João Moraes e um terceiro conhecido como “Búfalo”. Todos conhecidos da Policia
Em poder dos suspeitos foram encontrados 800g de crack, uma porção de substancia aparentando cocaína, muitas sacolas recortadas para embalar drogas, e um caderno de anotações, que segundo a PM dá de entender que seria a contabilidade de preto.
Os suspeitos foram autuados em flagrante e recolhidos para delegacia regional de pinheiro e estão à disposição da justiça. Mesmo presos em fragrante e com farto material, todos já sabem que a Justiça vai solta-los rapidinho...


Notícias dão conta de que traficantes teria comorado com festa e muito foguetes o boato da saída do Coronel Ramos de Pinheiro. O comandante confirmou que com a nova tropa vai dar fim ao trafico de drogas em Pinheiro. Toda população estar aguardando...