sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Bebê morre na barriga da mãe e família acusa hospital Materno Infantil de Pinheiro de negligência.

Família acredita que a morte da recém-nascida foi um erro médico, pois o parto deveria ter sido realizado logo que a paciente deu entrada no Materno Infantil.
O que era para ser o dia mais feliz na vida da dona de casa Silvana Viegas Ribeiro, moradora do Bairro do Campinho em Pinheiro, se transformou em um grande pesadelo.
No ultimo 14|02 Jardiele Pereira, filha de Silvana, deu entrada no hospital Materno Infantil para procedimento de parto Cesário. O parto foi realizado, mas o bebê, uma menina chamada Jasmyne, já estava sem vida.
A família acredita que a morte da recém-nascida foi um erro médico, pois o parto deveria ter sido realizado logo que a paciente deu entrada no hospital.
Silvana Viegas Ribeiro, mãe da gestante, afirma que Jardiele Pereira teve uma gravidez tranquila, sem problemas. Ele reclama que mesmo constatando que havia a necessidade de fazer uma cesárea, pois a paciente não tinha dilatação e os batimentos cardíacos da bebê estavam normais, Jardiele Pereira só foi levado para sala de parto 5h depois de ter dado entrada no hospital.
Depois do parto, realizado pelo Dr. Marcos, segundo Silvana Viegas mãe de Jardiel, ela foi informada que o bebê não estava sem vida. Segundo Silvana, o médico que fez a cirurgia falou que a criança teve complicações durante o parto. “Ele alegou que tinha começado uma dilatação e que a criança começou respirar pouco, e que ele partiu pra uma cesariana com urgência, pra tentar salvar a criança”.
Silvana Viegas Ribeiro, disse que o Dr. Marcos é um mentiroso e que as enfermeiras do hospital já tinham dito a ela que a no momento da cirurgia a criança já estava morto.
A diretora do hospital Materno Infantil de Pinheiro é a esposa de Luciano Genésio, a Dr. Thaísa Hortegal, que fazia parte dos quadros da saúde do município de pinheiro na gestão do ex-prefeito, Zé Arlindo. Na época o caos se instalou na saúde de Pinheiro. A sogra de Taise a Dr. Graça era a secretaria de saúde na época.
A cena começa a se repetir, e o hospital comandado pela médica esposa do prefeito que faz questão de ostentar que é a “Primeira Dama” é a acusado de negligencia. Depois do caso da menina Jasmyne, outros vieram a tona, já estamos e contato com as famílias e em breve faremos outras denuncias dos descasos no hospital Materno Infantil de Pinheiro.
O corpo de Jasmyne foi velado na casa da família e sepultado. Abaixo a matéria completa do Sistema Pericumã.
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