sábado, 18 de outubro de 2014

4ª edição do Seminário de Piscicultura da Baixada movimenta Pinheiro


Teve início na quarta-feira, 15, em Pinheiro o IV Seminário de Piscicultura na Baixada Maranhense, numa promoção do Sebrae em Pinheiro, integrando a programação da 11ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que ocorre em todo o país no período de 13 a 19 de outubro, numa realização do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCT) em parceria com o Sebrae. 

 
Seguindo até esta sexta, 17, a programação atende a piscicultores, estudantes, técnicos e profissionais de áreas afins, além da comunidade em geral da Baixada Maranhense. O evento está discutindo temas importantes para o incremento do setor como a sustentabilidade da piscicultura região;a importância da formalização da atividade e do produtor para o desenvolvimento da piscicultura; técnicas de construção de viveiros para piscicultura; qualidade de água na piscicultura; dentre outros.

 
Além das discussões, o evento promove um Dia de Campo, com consultoria prática aos participantes dos cursos de Piscicultura básica, além de oficinas de sustentabilidade – como a que produz sabão a partir do óleo de fritura do peixe – e treinamentos para a elaboração de pratos culinários a partir do pescado produzido na região. 











quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Dep. Victor Mendes alerta que prefeituras estão sendo prejudicadas na área da saúde

O deputado Victor Mendes (PV) advertiu e alertou, na sessão desta quarta-feira (15), que o Banco do Brasil está cancelando ou dificultando o repasse de AIHs por produtividade para os municípios do interior do Maranhão, causando graves dificuldades para diversas prefeituras.

“Praticamente mais de 100 municípios no interior do Maranhão não estão conseguindo receber do Governo do Estado a AIH, os recursos da saúde para pagar os seus médicos, seus fornecedores no interior do Estado”, afirmou deputado.

Ele frisou que estes municípios estão entrando em colapso em função de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), celebrado entre o Ministério Público Federal e o Banco do Brasil.

“Recebo e acredito que os outros deputados desta Casa também estão recebendo ligações dos seus gestores municipais pedindo ajuda, muitos pensando que a culpa é do Governo Estadual, mas não é. O repasse está vindo para a Secretaria de Estado, só que o Banco do Brasil não está fazendo o repasse para os municípios”, afirmou Victor Mendes.

Ele fez um apelo para que a Assembleia Legislativa, através da Mesa Diretora, tente intermediar uma solução para o problema.

“Quem está pagando o preço por este problema é a população do interior, dos municípios do Maranhão. A saúde mais uma vez sendo prejudicada, vários prefeitos não podendo honrar seus compromissos, médicos abandonando os postos, não indo mais para as cidades trabalhar, já está chegando a um patamar desesperador”, assinalou.

O deputado informou que esteve na Federação dos Municípios do Maranhão (Famem), na segunda-feira passada, tentando sensibilizar a entidade para a gravidade do problema.

“O Ministério Público Federal tem que rever esse posicionamento, tem que proibir, tem que punir, tem que intimidar. O que ele fala é que esse inquérito foi instaurado em função de retirar o dinheiro na boca do caixa; que os prefeitos do interior retiram o dinheiro na boca do caixa. Mas o meio que ele utilizou hoje está prejudicando muito mais o município do que resolvendo problemas”, declarou Victor Mendes, fazendo um apelo para que o Ministério Público Federal reveja este ato e encontre uma alternativa para regularizar o repasse do dinheiro da saúde para os gestores municipais.

“São mais ou menos 140 municípios que tem baixa atenção básica e não estão recebendo recursos e, gradualmente, os municípios de média e alta complexidade também não irão receber os recursos em função deste TAC firmado entre o Ministério Público e o Banco do Brasil. Acredito que o Banco do Brasil também, na interpretação deste TAC, está sendo um pouco exagerado quanto ao cumprimento desta medida. O Banco está pecando por excesso e está radical na solução do problema. Então, acredito que esta Casa vai ter que entrar junto com a Famem para intermediar, principalmente junto ao Ministério Público Federal, que é o detentor do TAC, mas que reveja esse ato especificamente para o bem dos municípios e do povo do Maranhão”, discursou Victor Mendes na tribuna.

Alguns prefeitos como o de Palmeirandia Nilson leal Garcia,  estão indo procurar
A secretaria de saúde do estado, para saber porque os recursos da saúde do município foram suspensão. E saber se é retaliação ou se houve cortes e todos os municípios do Maranhão?

Pregeito Amaury valoriza professores de Mirinzal…

Uma equipe da Prefeitura de Mirinzal se reuniu na tarde desta terça-feira, 14, com o Sindicato Municipal de Professores para discutir o plano de cargos carreira e salários.
A proposta inicial do Sindicato foi um aumento de 40% em cima do piso salarial de R$1.697 para 40h de carga horária.
O gestor de finanças do município, Cláudio Almeida, explicou em detalhes junto com assessoria contábil, a real condição dos gastos públicos com educação, sempre embasada na lei de acordo com a procuradoria do Município, representada pelo advogado Armstrong Lemos.
Essa foi a terceira reunião realizada pela categoria junto a Prefeitura para que se chegassem a um acordo.
Finalizada a reunião, o novo plano de cargos, carreira e salários dos professores da Rede Municipal de Ensino de Mirinzal, foi definida de acordo com as presentes modificações pleiteadas pelo Sindicato, levando em consideração as condições apresentadas pela Prefeitura, e determinou-se que o aumento salarial para os Professores do Magistério ficará igual o piso nacional, de R$1.697 para 40h, e para quem tem Nível Superior, o aumento fica em 25% em relação ao piso nacional.
Além do aumento salarial a categoria terá uma compensação para os professores do plano anterior. Houve um aumento de 10% para nível médio e nível superior de 16%, sendo diluídas em três anos.
Esses valores entram em vigor, a partir de janeiro de 2015 para o salário, e, a partir de janeiro de 2016 para as compensações, sendo que valores serão decrescentes nas próximas etapas.
De acordo com o Presidente do Sindicato, William da Costa, o valor discutido é justo e fica dentro da margem que permite a lei.
- O importante é que chegamos a um denominador comum, bom pra ambos - citou William.
- Valorizar o professor é uma das táticas para melhorar a qualidade do ensino, analisamos todas as condições, e essa decisão, não compromete o pagamento dos futuros professores que serão contratados por meio de concurso público a ser realizado ainda este ano - declarou o Secretário de Finanças.