sexta-feira, 25 de maio de 2018

SINPOL denuncia a ditadura imposta pelo Governo Flávio Dino

Alguns asseclas do comunista, dão chilique quando este Blog afirma que o governador Flávio Dino sonha em transformar o Maranhão em uma Venezuela, mas dia após dia, os fatos apenas corroboram com esse pensamento.
Além de governar o Maranhão de maneira ditatorial, não aceitando jamais o contraditório e pertencer a um partido que exalta a imoral e pseudo eleição do ditador Nicolas Maduro, na Venezuela – onde milhares de pessoas tem deixado o local para não morrer de fome – Flávio Dino, através de sua gestão, deu mais um exemplo de como age quando contrariado.
A Diretoria do SINPOL (Sindicato da Polícia Civil) acusa publicamente o Governo Flávio Dino de ter mandado retirar um outdoor, em frente a Secretaria de Segurança Pública, que retratava a verdade dos fatos na gestão comunista.
A empresa responsável pelo contrato, que ainda estava em vigência, justificou que fez a troca em virtude de ter sido ameaçada por membros do Governo Flávio Dino. Veja abaixo o relato da Diretoria do SINPOL.
O Governo do Estado do Maranhão acaba de escrever mais uma página da triste história de terror que tem impregnado o Estado, numa volta à ditadura, em pleno Século XXI. Após o Brasil inteiro se chocar com o caso de investigação feita pelo governo contra seus opositores, a Gestão Flávio Dino e seu “general” Jefferson Portela, mais uma vez usando do braço militar do Estado para impor sua tirania, acabaram de golpear a Democracia, ferindo de morte um dos seus pilares mais sagrados, que é a liberdade de expressão.
Num direito democrático que lhe assiste, o Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Maranhão (SINPOL-MA) usou de um meio legal de publicidade para divulgar uma informação de interesse público, qual seja, a de que o Governo do Estado tem desprezado o investimento na Polícia Civil e destinado a esta menos de 1% da verba de Segurança Pública. Além das mídias virtuais, o Sindicato usou os tradicionais outdoors como forma de veicular tal denúncia. Assim, foram espalhados pela capital maranhense e por outras cidades do interior, vários outdoors, onde estampavam as fotos dos públicos Jefferson Portela e Flávio Dino, como legítimos símbolos do Governo que são.
Pois, na manhã desta quinta-feira, 24/05/2018, os diretores do Sindicato dos Policiais Civis foram surpreendidos com a notícia de que um dos outdoors, o que havia sido colocado em frente à Secretaria de Segurança Pública, estava sendo retirado antes de findar o contrato. Incrédulos com tal denúncia, a diretoria classista dirigiu-se imediatamente ao local, onde confirmaram a denúncia. O outdoor que ali estivera, dera lugar a uma propaganda da própria empresa detentora dos direitos daquela placa publicitária (clique na figura acima para ampliar).
Já prevendo o que acontecera, o SINPOL-MA logo buscou esclarecer os fatos: a empresa contratada para colocar os outdoors fora ameaçada pelo Governo do Estado. Ou eles tiravam aquele outdoor do SINPOL-MA, ou perderiam a placa e o direito de explorar aquele espaço. Tal informação deixou estarrecida a Diretoria do Sindicato, pois, além de atacar diretamente a liberdade de expressão, o que o Governo do Estado praticava naquele ato, era uma violência a própria República, num ataque claro e direto à livre iniciativa, que é um dos princípios fundamentais previstos no primeiro artigo de nossa constituição, em seu quarto inciso.

Ex-governador de Minas se entrega à Polícia e vai cumprir pena em quartel da PM

Tucano conseguiu o direito de ficar preso sem ter de colocar uniformes e Justiça proibiu o uso de algemas
Leonardo Augusto, especial para O Estado, O Estado de S.Paulo

O ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (PSDB) se entregou à Polícia Civil de Minas Gerais na tarde desta quarta-feira, 23. Por determinação da Justiça, ele não vai para uma prisão comum. O tucano conseguiu na Justiça o direito de ficar preso em unidade da Polícia Militar de Minas Gerais sem a necessidade da utilização de uniforme do sistema prisional do Estado. A decisão é do juiz Luiz Carlos Rezende e Santos, da Vara de Execuções Penais de Belo Horizonte. A Justiça ainda proibiu o uso de algemas.

Azeredo foi considerado foragido na manhã de quarta-feira, 23. Os defensores do ex-governador e a Polícia Civil negociavam desde a noite da terça-feira as condições para ele se apresentar após o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negar o último recurso cabível na condenação do tucano a 20 anos e um mês de prisão no mensalão mineiro.

No despacho, o juiz da Vara de Execuções Penais afirmou que "a situação é inédita, nunca vista anteriormente em Minas Gerais, ou seja, a prisão de um ex-chefe de Estado. Além de ex-governador, o sentenciado possui vasta participação na vida política nacional por força de democrática escolha popular, sendo inegável o respeito que se deve dispensar a esta vontade, outrora exercida, e por isto mesmo há regramento próprio de proteção a pessoas que desempenharam funções relevantes na República".

Ainda segundo a decisão, Azeredo tem status de ex-chefe de Estado e, por isso, pode ser colocado em uma prisão diferente. "O ex-governador reclama segurança individualizada, bem como tem prerrogativa de manter-se em unidade especial como a Sala de Estado Maior, que deverá estar instalada no Comando de Batalhão Militar".

"As unidades penitenciárias mineiras passam por problemas de toda sorte. Na região metropolitana, as masculinas encontram-se com centenas de pessoas (e, em alguns casos, milhares) em cumprimento de pena", diz o magistrado. 

O juiz determinou também que a chefia do Batalhão disponibilize agentes carcerários para apoiar e atender Azeredo, além de cadastrar a família do ex-governador mineiro para visitas. A decisão livrou ainda o político do uso de uniformes prisionais e proíbe o uso de algemas.

Estado dá calote de R$ 63 milhões no instituto contratado para administrar três hospitais

AQUILES EMIR
O Instituto Gerir distribuiu nota na tarde desta quinta-feira (24) em que diz ser falso o conteúdo da nota divulgada esta manhã pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) sobre as motivações para rompimento do contrato para administração dos hospitais Carlos Macieira e de Traumatologia e Ortopedia (HTO), em São Luís, e o Macrorregional de Imperatriz.
O Gerir diz que repudia a atitude da SES, que deixou de fazer pagamentos no valor de R$ 63 milhões previstos nos contratos e, após reiteradas cobranças, decidiu dar um calote.
Segue a nota do Instituto Gerir:
Sobre a suspensão dos contratos de administração do Hospital Carlos Macieira, do Hospital de Trauma e Ortopedia e do Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto, feitas abritrariamente pela Secretaria de Estado de Saúde do Maranhão, o Instituto Gerir esclarece que:
  1. A Secretária da Saúde mente e tenta tapar o sol com a peneira ao transferir suas responsabilidades. Os principais prejudicados por isso são, como sempre, os cidadãos maranhenses;
  2. A Secretaria da Saúde descumpriu o contrato ao não pagar o Instituto Gerir. O calote é de R$ 63 milhões. Os valores são referentes às dívidas com o Instituto Gerir na administração dos 3 hospitais;
  3. A Secretaria da Saúde foi notificada por diversas vezes para pagar essa dívida. Esses documentos seguem no anexoNunca pagou e, por fim, para fugir do pagamento, decidiu suspender o contrato;
  4. O calote de R$ 63 milhões será cobrado judicialmente;
  5. Toda a prestação de contas da administração dos hospitais era feita periodicamente. Jamais houve qualquer tipo de notificação oficial que demonstrasse o contrário. Jamais foi feita qualquer comunicação por parte da secretaria cobrando outro tipo de esclarecimento além dos previstos contratualmente e que eram prestados pelo Gerir;
  6. O calote implicou também nos atrasos ao pagamento de prestadores de serviço e fornecedores dos hospitais administrados pelo Gerir;
  7. A suspensão do contrato, portanto, se deu de maneira arbitrária  com a única finalidade fugir do pagamento da dívida;
  8. Como tem sido noticiado pela imprensa maranhense, em toda a saúde do Estado faltam remédios, leitos e servidores. Esse tipo de caso, infelizmente, tem se tornado cada vez mais constante – e nenhuma dessas denúncias partiu do Instituto Gerir;
  9. O calote e a suspensão ilegal do contrato com o Gerir não são as únicas decisões abritrárias tomadas pelo atual secretário de Saúde, Carlos Lula. O mesmo secretário acaba de escolher outras Organizações Sociais para assumir a gestão dos hospitais sem licitação ou qualquer tipo de concorrência, como manda a lei.
  10. Essas medidas, todas flagrantemente ilegais, estão sendo questionadas judicialmente;
  11. Por fim, lamentamos que a gestão da Saúde do Maranhão ainda esteja sob responsabilidade de uma pessoa investigada pela Polícia Federal por suspeitas gravíssimas, como é de conhecimento público.

Prefeito Zé Martins participa da XXI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios

O Prefeito do município de Bequimão, Zé Martins (MDB), participa da XXI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Este é considerado o mais importante evento do ano do movimento municipalista e que reúne milhares de gestores municipais e outras autoridades políticas do país inteiro. Uma caravana formada por dezenas de prefeitos e prefeitas de todo o país estive em Brasília durante o evento.
O evento municipalista, o maior do país, acontece no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), e, este ano, tem como tema “Compromisso com o Brasil”. Durante a programação aconteceu o Encontro Nacional de Agentes Municipalistas, Encontro Mulheres Municipalistas e Cooperação e Agendas Internacionais, com autoridades e representantes de diversos locais do país.
O evento iniciou na terça-feira (22), às 8h, com a presença do presidente Michel Temer; Presidente da Confederação  Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Roberto Ziulkoski; Presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli; Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, Claudio Lamachia; além de Ministros do Executivo e outras autoridades do brasileiras.
A realização da XXI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios é de fundamental importância e tem o objetivo de discutir a pauta prioritária e alternativa para os Municípios diante do atual cenário de crise econômica. Para o prefeito Zé Martins, o momento é crítico e por isso essa manifestação. “O momento é muito complicado para os municípios, principalmente para os pequenos, que pouco arrecadam. A demanda é muito grande e não tem verba suficiente. É preciso que o Presidente da República encontre uma forma de nos ajudar, afinal o Brasil começa nos municípios”, destacou Martins.Os gestores do Maranhão participarão de uma vasta programação, que terá prosseguimento nesta quinta-feira (24), na qual serão abordados temas de interesse da municipalidade, tais como decisão imediata sobre a divisão dos royalties do petróleo; pagamento aos municípios dos créditos do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) e aumento de 1% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Também será realizada a tradicional reunião dos gestores com os membros da Bancada Maranhense em Brasília.
Um dos pontos altos da Marcha será o debate com os presidenciáveis Álvaro Dias, Ciro Gomes, Marina Silva, Manuela D´Avila, Jair Bolsonaro, Afif Domingos, Geraldo Alckmin e Henrique Meirelles.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Estado rompe contrato com o instituto que gerenciava hospitais em São Luís e Imperatriz

O Governo do Estado suspendeu nesta quinta-feira (24) contrato com o Instituto Gerir, responsável pela administração de dois hospitais em São Luís e um em Imperatriz, por descumprimento de cláusulas contratuais, segundo nota da Secretaria de Saúde. Na capital, o instituto administrava os hospitais Carlos Macieira e o de Traumatologia e Ortopedia (HTO), e em Imperatriz, o Macrorregional Dra. Ruth Noleto, especializado em tratamento de câncer.
O Gerir vinha reclamando das constantes suspensões de recursos para suprir pacientes de medicamentos e alimentos, mas a SES garante que por diversas vezes teria cometido falhas nas cláusulas contratuais e teria recorrido a uma emissora de TV (não mencionada), “para fazer chantagem”.
Eis a nota da Secretaria de Saúde:
Nota Oficial – Suspensão de contrato com Instituto Gerir
  1. A Secretaria de Estado da Saúde informa que resolveu suspender o contrato com o Instituto Gerir, que administrava três hospitais no Maranhão, tendo em vista reiterados descumprimentos do contrato.
  2. A medida foi antecedida de sucessivas notificações ao Instituto Gerir, que infelizmente não estava cumprindo suas obrigações.
  3. Chama atenção que o Instituto Gerir foi a única OS a apresentar incompreensível resistência em submeter-se às melhorias do sistema de prestação de contas de recursos públicos, o que é inaceitável nesta gestão.
  4. A suspensão do contrato visou possibilitar a melhoria dos serviços prestados à população, já que o Instituto Gerir falhou nesse objetivo.
  5. Lamentavelmente, alguns representantes do Instituto Gerir resolveram reagir com ameaças e chantagens, inclusive envolvendo indevidamente uma emissora de TV. Contudo, a nossa gestão não cede a chantagistas nem a qualquer tipo de pressão ilegal, venha de onde vier.
  6. As medidas que estão sendo adotadas pelo Estado visam garantir o melhor atendimento à população e melhores condições de trabalho para os servidores da saúde.
Saiba quais os hospitais gerenciados pelo Gerir:
São Luís
  • Carlos Macieira – Considerado referência estadual de alta complexidade.
  • HTO – Inaugurada em outubro de 2017, é a primeira especializada em ortopedia e traumatologia
Imperatriz
  • Hospital Macrorregional de Imperatriz Dra. Ruth Noleto – Unidade que compõe a Rede de Atenção Oncológica do Estado do Maranhão, sendo responsável pelo atendimento da população de 24 municípios das Regiões de Açailândia e Imperatriz, que perfaz, aproximadamente, uma população de 433.606 pessoas.

Prefeito de Guimarães Osvaldo Gomes pede melhorias do BB para Guimarães e Região


O prefeito em Exercício de Guimarães Osvaldo Gomes e a Secretária Executiva do Conguaras, estiveram no stand do Banco do  Brasil. Na oportunidade Osvaldo Gomes solicitou  a Diretora Institucional do Banco do Brasil Mary Lúcia melhoramento do atendimento ao cliente e as instituições que usam as agências da região, falta constantes do não funcionamento dos cash, dificultando a vida de milhares de pessoas que precisam dos serviços bancários.
Ficou agendada para o mês de junho, uma reunião em São Luís, da diretora da instituição, superintendência do banco em Guimarães, com os prefeitos do Conguaras e gerentes das agências do Banco do Brasil na região. Na ocasião será discutido a ampliação dos serviços e melhoria no atendimento.

“Eu vou pra cima”, diz Roseana ao reunir aliados em São Luís


A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) fez hoje (21) um empolgado discurso de pré-campanha, em São Luís.
Na residência do Calhau, ela reuniu aliados de todas as regiões do estado, no que acabou se transformando em um grande ato de apoio à pré-candidatura emedebista ao Governo do Maranhão.
“Vocês sabem que quando eu começo uma campanha eleitoral, eu vou pra cima. Não sou de ficar parada. Vou visitar todos os municípios do Maranhão. Conversar com as pessoas, para, novamente, mostrar quem é a Roseana trabalhadora, guerreira, que gosta do povo”, declarou.
A pré-candidata também fez duras críticas ao governador Flávio Dino (PCdoB), seu principal adversário na disputa. Segundo Roseana, a rejeição ao comunista está alta em todo o Maranhão,
“Ele tem uma rejeição muito grande, porque ele não é essa pessoa que se fez passar na eleição passada. Que era um ex-juiz, uma pessoa honesta, um deputado, um democrata, que trabalhava pelo Maranhão. Não existe isso. Ele é um ditador, ele persegue as pessoas. Persegue as pessoas humildes e os grandes também”, completou.