quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Pinheirenses são homenagiados e recebem título de Acadêmicos Eméritos


Eis-me senhoras e senhores vivenciando um desses momentos de sublime prazer, oportunizado pela Academia Pinheirense de Letras, Artes e ciências – APLAC como parte integrante destas comemorações alusivas aos profícuos cinco anos da sua existência: fazer a saudação à confreira Aurelina Catarina Amorim e aos confrades Aymoré de Castro Alvim e Erivaldo Pereira Moreira pela concessão, a eles, do título de “Acadêmico Emérito” da APLAC.
Aurelina Catarina Amorim confreira que ascende à condição de acadêmica emérita é quem?
Minhas senhoras e meus senhores trata-se da nossa, de todos nós pinheirenses, natos ou não, magnânima, reverenciada, estimada, querida e amiga professora Cici. Exemplo ímpar, talvez não, por ter uma irmã – professora nem ne, portadora, sem nenhuma dúvida, dos mesmos predicados daquela, diferenciando-se apenas quanto ao ramo do conhecimento, esta com a lógica matemática – ser humano que compreendeu, desde cedo, que veio a este mundo para servir, não apenas a si, mas e sobretudo aos demais integrantes da espécie humana.
Mister se faz necessário ressaltar, aqui e agora, que os ensinamentos cognitivos ministrados pela professora Cici, sustentados em bases teóricas onde a verbalização se sobressaia, a dimensão espiritual estava sempre presente, como se, já à época, ela estivesse antevendo e com muita propriedade o estava, assim o tempo encarregou-se de provar, que a certeza sustentada apenas pela ciência, característica do chamado mundo moderno, não era a solução para todos os problemas da humanidade.
Aymoré de Castro Alvim confrade que também conquista a condição de “acadêmico emérito” da APLAC. Com certeza todos nós conhecemos e o identificamos como doutor Aymoré. Professor Aymoré ou o nosso fraterno amigo Aymoré.
As nossas necessidades e todos as temos, são satisfeitas por fonte que não estão dentro de nós, estão sim “do lado de fora”, na ambiência externa, como nós os sistêmicos nos expressamos.
Doutro Aymoré alimentou-se em diversas fontes, todas elas, é quase certo, de exelentes qualidades.
Diz-me em que fontes te alimentastes ou te alimentas, que te direi que ser humano tu és. Que visão do mundo tu tens. Que compromissos sociais, políticos, culturais ecológicos e econômicos tu tens. Plágio? Provável. E daí? Se vale para demonstrar uma realidade denominada Aymoré!
Médico, professor, religioso, escritor e pai de família dedicadíssimo – ser humano cuja trajetória enquadra-se perfeitamente nos dizeres de Nietzsche “todos temos em nós a semente do ser humano e, mais, que a nossa missão na vida é descobrir-lo, desenvolve-lo, semeando a evolução”
Intelectual engajado participou efetivamente da vida universitária, não só como professor em salas de aula e pesquisador nos laboratórios e campos de pesquisa, como também da administração da academia UFMA. Teve e tem participação atuante em organizações de representação e desenvolvimento profissional, bem como de entidades responsáveis pela manutenção e pelo desenvolvimento cultural do estado.
A sociedade quase sempre reconhece seus membros ilustres, o nosso confrade Aymoré tem recebido o reconhecimento, não na dimensão merecida, mas o tem, como bem o demonstram as comendas com que tem sido agraciado.
Erivaldo Pereira Moreira é o terceiro membro da nossa academia a receber, nesta memorável noite, o título de acadêmico emérito. Este confrade além de exemplar pai de família e amigo agregador, fez uma opção das mais talentosas: viver a vida lançando permanentes olhares e reproduzindo para nosso deleite, as realidades social e espiritual do ontem e do hoje; fecundos, constantes e verdadeiros presentes para os nossos sentidos, em especial ao introjetar em profundidade, a alma de cada um de nós, com valores estéticos. Compreendeu a essência que proeminente padre Tomás de Aquino nos legou ao afirmar que “o belo esta não só no divino, senão também nas manifestações prazerosas da vida”.
O confrade Erivaldo é mestre no domínio da sensibilidade estética. Descobriu como poucos, o valor do aperfeiçoamento das mãos para o desenvolvimento da consciência, o que o leva a praticar, no dia a dia a irmandade da arte com o trabalho.
A intrepidez do nosso confrade, às vezes não percebível à primeira vista ou ao primeiro contato, mas sempre sentida quando da acurada apreciação de suas obras, é destacada pela perícia no manusear as principais fontes do objeto belo – as cores, a harmonia, a proporcionalidade e a simetria.
Sua crença no ser supremo é manifestada, entre tantas formas, pelo majestoso rito, por ele e sua família cumprido anualmente, relacionado com o nascimento de Jesus Cristo , significado pelo “presépio” e pela conseqüente queimação das “palhinhas”. São períodos de tempo em que somos todos envolvidos, corpos e almas e elevados à reflexão do quanto somos devedores e o quanto temos de caminhar, no dizer de Paulo Rene Estevez, “do puramente útil ao puramente estético, do objeto ao reflexo do objeto, da apreenção direta da natureza à sua recreação espiritual e artística”
Três histórias de vida, Três trajetórias, cada uma com suas individualidades, sem no entretanto constituírem trilhas paralelas. Apresentam sim, inúmeros pontos de tangencia, como só o pode ocorrer com vidas humanas. Esses pontos foram aqui destacados e caracterizados, quanto a unanimidade da compreensão da necessidade da luta incessante pela construção histórica de uma sociedade justa.
Caríssima confreira Aurelina Catarina Amorim, caríssimos confrades Aymoré de Castro Alvim e Erivaldo Pereira Moreira o título de acadêmico emérito que hoje lhes foi outorgado, não pode ser creditado apenas pela passagem do tempo, mas e sobretudo pelos exemplos de vida, faróis de brilhos intensos a iluminar nossos caminhos e principalmente as trajetórias das crianças e dos jovens do nosso querido Pinheiro. Estejam pois à vontade, os lugares de destaque foram meritoriamente conquistados.
Obrigado.
Cleber Soares

Eis-me senhoras e senhores vivenciando um desses momentos de sublime prazer, oportunizado pela Academia Pinheirense de Letras, Artes e ciências – APLAC como parte integrante destas comemorações alusivas aos profícuos cinco anos da sua existência: fazer a saudação à confreira Aurelina Catarina Amorim e aos confrades Aymoré de Castro Alvim e Erivaldo Pereira Moreira pela concessão, a eles, do título de “Acadêmico Emérito” da APLAC.
Aurelina Catarina Amorim confreira que ascende à condição de acadêmica emérita é quem?
Minhas senhoras e meus senhores trata-se da nossa, de todos nós pinheirenses, natos ou não, magnânima, reverenciada, estimada, querida e amiga professora Cici. Exemplo ímpar, talvez não, por ter uma irmã – professora nem ne, portadora, sem nenhuma dúvida, dos mesmos predicados daquela, diferenciando-se apenas quanto ao ramo do conhecimento, esta com a lógica matemática – ser humano que compreendeu, desde cedo, que veio a este mundo para servir, não apenas a si, mas e sobretudo aos demais integrantes da espécie humana.
Mister se faz necessário ressaltar, aqui e agora, que os ensinamentos cognitivos ministrados pela professora Cici, sustentados em bases teóricas onde a verbalização se sobressaia, a dimensão espiritual estava sempre presente, como se, já à época, ela estivesse antevendo e com muita propriedade o estava, assim o tempo encarregou-se de provar, que a certeza sustentada apenas pela ciência, característica do chamado mundo moderno, não era a solução para todos os problemas da humanidade.
Aymoré de Castro Alvim confrade que também conquista a condição de “acadêmico emérito” da APLAC. Com certeza todos nós conhecemos e o identificamos como doutor Aymoré. Professor Aymoré ou o nosso fraterno amigo Aymoré.
As nossas necessidades e todos as temos, são satisfeitas por fonte que não estão dentro de nós, estão sim “do lado de fora”, na ambiência externa, como nós os sistêmicos nos expressamos.
Doutro Aymoré alimentou-se em diversas fontes, todas elas, é quase certo, de exelentes qualidades.
Diz-me em que fontes te alimentastes ou te alimentas, que te direi que ser humano tu és. Que visão do mundo tu tens. Que compromissos sociais, políticos, culturais ecológicos e econômicos tu tens. Plágio? Provável. E daí? Se vale para demonstrar uma realidade denominada Aymoré!
Médico, professor, religioso, escritor e pai de família dedicadíssimo – ser humano cuja trajetória enquadra-se perfeitamente nos dizeres de Nietzsche “todos temos em nós a semente do ser humano e, mais, que a nossa missão na vida é descobrir-lo, desenvolve-lo, semeando a evolução”
Intelectual engajado participou efetivamente da vida universitária, não só como professor em salas de aula e pesquisador nos laboratórios e campos de pesquisa, como também da administração da academia UFMA. Teve e tem participação atuante em organizações de representação e desenvolvimento profissional, bem como de entidades responsáveis pela manutenção e pelo desenvolvimento cultural do estado.
A sociedade quase sempre reconhece seus membros ilustres, o nosso confrade Aymoré tem recebido o reconhecimento, não na dimensão merecida, mas o tem, como bem o demonstram as comendas com que tem sido agraciado.
Erivaldo Pereira Moreira é o terceiro membro da nossa academia a receber, nesta memorável noite, o título de acadêmico emérito. Este confrade além de exemplar pai de família e amigo agregador, fez uma opção das mais talentosas: viver a vida lançando permanentes olhares e reproduzindo para nosso deleite, as realidades social e espiritual do ontem e do hoje; fecundos, constantes e verdadeiros presentes para os nossos sentidos, em especial ao introjetar em profundidade, a alma de cada um de nós, com valores estéticos. Compreendeu a essência que proeminente padre Tomás de Aquino nos legou ao afirmar que “o belo esta não só no divino, senão também nas manifestações prazerosas da vida”.
O confrade Erivaldo é mestre no domínio da sensibilidade estética. Descobriu como poucos, o valor do aperfeiçoamento das mãos para o desenvolvimento da consciência, o que o leva a praticar, no dia a dia a irmandade da arte com o trabalho.
A intrepidez do nosso confrade, às vezes não percebível à primeira vista ou ao primeiro contato, mas sempre sentida quando da acurada apreciação de suas obras, é destacada pela perícia no manusear as principais fontes do objeto belo – as cores, a harmonia, a proporcionalidade e a simetria.
Sua crença no ser supremo é manifestada, entre tantas formas, pelo majestoso rito, por ele e sua família cumprido anualmente, relacionado com o nascimento de Jesus Cristo , significado pelo “presépio” e pela conseqüente queimação das “palhinhas”. São períodos de tempo em que somos todos envolvidos, corpos e almas e elevados à reflexão do quanto somos devedores e o quanto temos de caminhar, no dizer de Paulo Rene Estevez, “do puramente útil ao puramente estético, do objeto ao reflexo do objeto, da apreenção direta da natureza à sua recreação espiritual e artística”
Três histórias de vida, Três trajetórias, cada uma com suas individualidades, sem no entretanto constituírem trilhas paralelas. Apresentam sim, inúmeros pontos de tangencia, como só o pode ocorrer com vidas humanas. Esses pontos foram aqui destacados e caracterizados, quanto a unanimidade da compreensão da necessidade da luta incessante pela construção histórica de uma sociedade justa.
Caríssima confreira Aurelina Catarina Amorim, caríssimos confrades Aymoré de Castro Alvim e Erivaldo Pereira Moreira o título de acadêmico emérito que hoje lhes foi outorgado, não pode ser creditado apenas pela passagem do tempo, mas e sobretudo pelos exemplos de vida, faróis de brilhos intensos a iluminar nossos caminhos e principalmente as trajetórias das crianças e dos jovens do nosso querido Pinheiro. Estejam pois à vontade, os lugares de destaque foram meritoriamente conquistados.
Obrigado.
Cleber Soares

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