quarta-feira, 22 de junho de 2022

Cobrando Justiça; Atirador que matou três e feriu outras pessoas ainda permanece foragido

 

O ataque ocorreu durante uma festa na noite do último domingo (12), por volta das 22:00hs no Povoado São Pedro zona rural de Palmeirândia. Seis pessoas foram baleados, duas morreram no local e uma terceira vitima morreu esta semana no Hospital Macro Regional de Pinheiro, uma outra pessoa corre o risco de ficar paraplégica na capital e os demais foram medicados e já estão em casa.

Confira a reportagem completa abaixo;

 


BOMBA BOMBA: Presidente da Câmara de Cedral é acusado por ex-funcionário de fazer ‘rachadinha’ com empregados ‘fantasmas’

 Um ex-funcionário da Câmara de Vereadores de Cedral, na Baixada Maranhense, revelou ao Blog Passando a Limpo que era obrigado a devolver R$ 400,00 do salário para o irmão do presidente da Casa, o vereador Maurício Reis (Republicanos), enquanto trabalhou como assessor parlamentar.

O esquema é conhecido como ‘rachadinha’, quando o funcionário precisa devolver parte do salário que recebe em troca de manter seu cargo público.

Segundo o ex-funcionário, que preferiu não revelar sua identidade com medo de represálias, quem não pagava o valor corretamente era cobrado por seguranças do presidente da Camara e até mesmo pelo irmão, Leonardo Berto o maior beneficiário. Pois era na conta dele que parte do salário era devolvido e depositado.

“Trabalhei na Câmara de Cedral, ajudei na campanha e ele (Maurício Reis ) me cobrava R$ $400,00 reais do salário para trabalhar com ele na câmara. Eu recebia a dava essa parte do salário pra o irmão dele”, contou.

O irmão do presidente da Camara Municipal de Cedral, Leonardo Berto nunca trabalhou no legislativo e mesmo assim recebia o valor de R$ 400,00 reais caracterizando assim a “Rachadinha”. O caso deve ser levado ao conhecimento do Ministério Público. O blog vai voltar a divulgar outra matéria aonde comprova com extratos bancários e áudios de Whastsapp o possível esquema de “Rachadinha” na pequena cidade de Cedral no Maranhão.


POLÍCIA FEDERAL PRENDE EX-MINISTRO DA EDUCAÇÃO, MILTON RIBEIRO

 

A Polícia Federal prendeu o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, na manhã desta quarta-feira (22/6), em uma operação que investiga esquema de corrupção envolvendo pastores evangélicos durante a gestão dele à frente do MEC.

Segundo apurou a coluna com fontes da PF e do Palácio do Planalto, Ribeiro foi preso no início da manhã em sua casa na cidade de Santos, no litoral paulista. A expectativa é de que ele seja transferido para Brasília ainda nesta quarta.

A prisão foi determinada pelo juiz federal Renato Borelli. No mandado de prisão, ao qual a coluna teve acesso, o magistrado elenca ao menos quatro crimes que teriam sido cometidos por Ribeiro: corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência.

A PF também cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos. Os dois últimos são ligados ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e apontados como lobistas que atuavam na pasta, quando era comandada por Ribeiro. Os pastores negociavam com prefeitos a liberação de recursos federais – mesmo sem ter cargo no governo.

EM ENTREVISTA, VEREADOR SANDRO LIMA DIZ PRA POPULAÇÃO APROVEITAR AS AÇÕES DE LEONARDO QUE VEM SÓ EM TEMPO DE CAMPANHA

 

Isso mesmo que está na manchete, a nova aquisição do deputado Leonardo Sá, o vereador Sandro Lima, parece que não decorou direito a sua fala e acabou disparando contra seu agora “velho, novo grupo” ao admitir que as ações do paraibano só surgem em tempo de eleição.

Em entrevista na manhã desta quarta-feira (22) a um programa de rádio pago pelo deputado, o vereador falou sobre sua satisfação em retornar ao grupo que, segundo ele, projetou-lhe politicamente, e falou entre outras coisas, sobre emendas parlamentares do deputado.

Que as ações de Leonardo só aparecem em tempo de eleição, isso tudo mundo sabe, a exemplo disso foi a atrapalhada reinauguração de sua clinica apenas 4 meses antes das eleições e as dezenas de promessas de cirurgias, consultas, exames e até cestas básicas… tudo isso às vésperas das eleições, esse fato não passou despercebido pelo vereador que acabou soltando essa. 

Secretários Joel Junior de São Luis e Fábio Nascimento de Santa Helena em audiência no Ministério da Saúde

Os dois pinheirenses, Joel Júnior Secretário da Saúde de São  Luis e Fábio Nascimento Secretário da Saúde de Santa Helena, estiveram em audiência com o Ministro da Saúde  Marcelo Queiroga e o Deputado Federal Aluísio Mendes, vice lider do governo na Câmara Federal. 

Os dois secretários, tratando de demandas dos seus municípios e buscando benefícios que atendam os interesses na área da saúde das suas pastas. A audiência foi agendada com o Ministro Queiroga pelo Deputado Federal Aluísio Mendes, que confirmou que como representante do Maranhão busca e defende os interesses dos municípios do seu Estado. 

O Secretário Fábio Nascimento confirmou o pedido que havia feito ao Deputado no último sábado em Santa Helena,  ao Ministro Queiroga, para a autorização, instalação e funcionamento do SAMU no município de Santa Helena. Fábio confirmou que o Ministro se prontificou em atender a demanda de Santa Helena. 

Na audiência,  o Secretário Joel voltou a se reencontrar com seu amigo também Cardiologista Marcelo Queiroga , que nas suas várias visitas a São Luís, o classificou como Secretário, destaque no combate ao Covid 19 e o convidou para palestras na OMS como referência no enfrentamento à Pandemia e na vacinação. O Ministro Queiroga agradeceu mais uma vez o trabalho de Joel à frente da Secretaria da Saúde de São Luis e o seu empenho e confirmou o atendimento das suas demandas. 

Aliado de Weverton em Bequimão mantém cargo no governo Carlos Brandão

 

Após mais de 2 meses no comando do Palácio dos Leões, Carlos Brandão ainda mantém aliado de Weverton em cargo comissionado. Enquanto seus aliados aguardam para ingressar no governo, na Regional de Pinheiro, um aliado de Weverton, o ex-prefeito de Bequimão, Antônio Diniz (PDT), mantém cargo em comissão dentro do governo Brandão.

Na Regional de Pinheiro, o enfermeiro Janderson Gusmão, aliado de primeira de Antônio Diniz e de Weverton Rocha, continua dando as cartas e fazendo política em favor do pré-candidato ao governo, Weverton Rocha.

É bom lembrar, que o ex-prefeito, Antônio Diniz, principal aliado de Weverton em Bequimão, foi condenado pelo TCE-MA a devolver mais de 8 milhões aos cofres públicos por suspeita de desvios de dinheiro público.

Janderson é secretário do PDT em Bequimão, e acusado de usar os veículos da Regional em Bequimão, fazendo uso pessoal ate mesmo pra deixar pessoas da família no Cujupe. Mesmo sendo Brandão, o governador, o enfermeiro continua no cargo devido a influência e determinação de seu tutor político, Antônio Diniz.

Visto em Bequimão, como pau mandado de Diniz, Janderson continua exercendo o cargo de Gestor da Saúde em Pinheiro, fazendo política em favor de Weverton e Antônio Diniz, dificultando as coisas para os aliados de Brandão e assim dificultando a vida do Governador na Baixada Maranhense.

Se a gestão Brandão não consegue mudar cargos estratégicos, que estão nas mãos de adversários, imagina outras coisas que devem ser feitas em prol da população em geral. Brandão precisa dar um basta nessa situação, que coloca em jogo a reeleição do governador Brandão.

B.O NA SEAP | Empresa contratada por Flávio Dino para construir “motéis” em presídios cometeu dano à administração pública na execução das obras, mas é punida apenas com advertência escrita

 


A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) aplicou uma pena branda de advertência escrita à Etech Construções LTDA., contratada em agosto de 2020, ainda na gestão do ex-governador Flávio Dino (PSB), para construir 22 módulos de visita íntima para detentos do sistema penitenciário do Maranhão, obra marcada por sucessivas paralisações, o que resultou em atraso de mais de um ano para sua conclusão. O estranho é que em março deste ano, antes de instaurar o processo que constatou as irregularidades na execução das obras, a própria SEAP concedeu aditivo de dois meses ao contrato, a fim de possibilitar que a empresa finalizasse os serviços.

De acordo com a apuração feita pela secretaria, que resultou na sanção administrativa imposta à construtora, houve irregularidades na execução contratual, com dano à administração pública, o que ensejou a aplicação da penalidade. Mas, pasmem, a punição se limitou a uma advertência escrita, conforme consta da ementa do processo aberto pela SEAP sobre o caso, publicada na edição do Diário Oficial do Estado do dia 2 deste mês, aba Terceiros.

A Etech Construções LTDA. ainda tentou se defender no curso dos procedimentos administrativos que apuraram as condutas violadoras verificadas na execução do contrato, mas todas as alegações da empresa foram desconsiderados. “não prosperam tais justificativas, vez que inexiste comprovação de que os alegados episódios tenham configurado efetivos empecilhos para o regular cumprimento do cronograma de obras do pacto avençado, não eximindo a empresa da responsabilidade sobre os prejuízos decorrentes do atraso e paralisação das obras, restando configurada falha na execução contratual”, respondeu o subsecretário de Administração Penitenciária, Rafael Velasco Brandani, que conduziu o caso.

Revisão contratual negada

A empresa chegou a solicitar a revisão do contrato, cujo valor inicial – anterior ao aditivo – foi de R$ 1,3 milhão, alegando que não teve culpa pelas falhas na execução do projeto. Porém, a secretaria não só negou a pretensão da construtora, como reforçou que a empresa cometeu as irregularidades apontadas: “Dessa forma, as alegações da contratada não encontra respaldo, não sendo cabível à contratada empreender conduta distinta do que foi estabelecido no contrato”, assinalou o órgão. “Destarte, é explícito o não cumprimento integral da obrigação, haja vista que o objeto não foi entregue da forma como está preceituado em contrato, sendo que a porcentagem da obra concluída não têm o condão de suprir as necessidades desta SEAP. […] Nesta senda, não acolho a justificativa da empresa no presente evento, por afronta aos dispositivos no instrumento pactuado”, decidiu Velasco.

A construção dos 22 módulos de encontros íntimos custaria, a princípio, R$ 1.318.152,10 (um milhão, trezentos e dezoito mil, cento e cinquenta e dois reais e dez centavos), sendo R$ 673.903,14 (seiscentos e setenta e três mil, novecentos e três reais e quatorze centavos), referente ao lote I (12 presídios em São Luís), e R$ 644.248,96 (seiscentos e quarenta e quatro mil, duzentos e quarenta e oito reais e noventa e seis centavos), correspondente ao lote II (10 presídios no interior).

Advertência escrita, apenas

Apesar da gravidade dos fatos constatados e do dano causado à administração pública, Velasco determinou apenas a aplicação da sanção de advertência escrita à Etech Construções LTDA., evocando a Lei Federal nº 8.666/1993 e a cláusula décima do Contrato nº 03/2021 – SEAP/MA para respaldar sua decisão.

O subsecretário mandou, ainda, que a empresa infratora fosse intimada para tomar conhecimento da penalidade, concedendo à mesma o direito de apresentar recurso no prazo de cinco dias úteis, a contar da intimação desta decisão, restando caracterizado o direito ao contraditório e à ampla defesa, garantidos constitucionalmente.

Ou seja, se a pena já foi branda, pode nem mais existir, dependendo da competência da construtora ao apresentar nova defesa.

Saiba mais

Inicialmente, o contrato teria vigência de três meses, a partir da data da assinatura, 28/01/2021. Por sua vez, o prazo de execução deveria ter sido de dois meses, contados a partir do recebimento da ordem de serviço pela construtora contratada. Mas, ao que tudo indica, houve atraso significativo no andamento das obras, o que obrigou o governo a adicionar dois meses ao prazo original para tornar possível a conclusão dos 22 módulos de encontros íntimos nos 22 presídios incluídos no projeto. O motivo de tamanha lentidão para a finalização dos trabalhos não foi esclarecido.

Em meio à estrondosa repercussão negativa causada pelo gasto de dinheiro público para construção de espaços nas unidades prisionais para detentos condenados praticarem sexo, o governo justificou, por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), autora do projeto, que as obras eram necessárias por dois motivos: para que o Maranhão não perdesse a verba enviada pelo Governo Federal, via Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), e para cumprir as diretrizes de engenharia e arquitetura do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.

Abaixo, a ementa do processo que resultou na pena branda de advertência escrita aplicada à construtora: