sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Mesmo pobre, o Brasil tem um dos Judiciários mais caros do mundo

O País gasta quase tanto com burocracia jurídica quanto com educação. Em troca, recebe um dos Judiciários mais ineficientes da Terra.
Os 16,2 mil juízes em atividade no Brasil ganham, em média, R$ 46 mil mensais. Isso porque três em cada quatro juízes recebem mais do que o teto do funcionalismo público, de R$ 33,7 mil, graças a “indenizações” e “gratificações” recorrentes, e estranhas a trabalhadores que não usam toga – entre elas, o auxílio moradia para quem tem moradia própria.
Sem estampar as manchetes de jornais diariamente, como faz o primo feio, o poder Legislativo, o Judiciário brasileiro enriqueceu, e muito, ao longo dos últimos anos. Seus membros ganharam um aumento de 134% acima da inflação (1.350% em termos nominais), isso sem incluir um novo acréscimo nominal de 41% concedido em 2016. Para comparar: o salário mínimo, que subiu bem nesse período, cresceu 62% acima da inflação. Questão de prioridades.
Com isso, gastamos por aqui 1,3% do PIB com o Judiciário. Isso dá quatro vezes o gasto da Alemanha (0,32%), oito vezes o do Chile (0,22%), dez vezes o da Argentina (0,13%).
O rombo, porém, não para por aí. Deve-se somar a ele o custo do Ministério Público, que chega a 0,3%, além do gasto com as defensorias públicas. Ao final, o custo com Justiça no Brasil pode chegar a 1,8% do PIB. Em outras palavras: R$ 110 bilhões por ano, algo próximo ao orçamento do Ministério da Educação.
E o que temos em troca desses gastos monumentais? Recebemos o 30º Judiciário mais lento do mundo, dentre 133 países, segundo o Banco Mundial.
Devagar e nunca
Justificar tantos gastos para manter a estrutura do Judiciário não é uma tarefa difícil. São ao todo cinco tribunais superiores, 27 tribunais de Justiça estaduais, três tribunais militares estaduais, 27 Justiças Eleitorais nos Estados, cinco regiões da Justiça Federal, além de 24 regiões da justiça do Trabalho… Para cuidar de tudo isso, temos 390 mil funcionários e 16,2 mil juízes.
Nenhum outro país do mundo emprega tantos funcionários na área como o Brasil. São em média 205 para cada 100 mil habitantes, contra 150 na Argentina e 66,9 na Alemanha, por exemplo.
Por outro lado, nosso número de juízes é até baixo. Mantemos 8,2 magistrados para cada 100 mil habitantes, 1/3 do que possui a Alemanha.
O resultado é uma carga total de 6.531 processos por juiz a cada ano. Para dar conta em tempo hábil seria necessário que cada um julgasse 33 processos diariamente. A dificuldade em julgar tantos processos é uma das causas da lentidão do Judiciário brasileiro. Em média, cada processo leva cinco anos para sair da primeira instância.
Na prática, porém, pagamos mais por menos. Por aqui, cada membro iniciante do Ministério Público leva para casa 14 vezes a renda média do Brasil. Nos países membros da União Europeia, um juiz da mais alta corte recebe em média 4,2 vezes a renda dos habitantes locais.
Ter mais juízes recebendo salários mais realistas (ou, ainda, salários que não ultrapassem o teto, como é o caso de três em cada quatro juízes brasileiros) seria uma solução. Mas ela contraria o próprio interesse da categoria – que, como qualquer outra, não vai fazer lobby para diminuir os próprios vencimentos. E, como demonstraram os parlamentares ao conceder novos aumentos em 2016, não interessa ao Congresso contrariar esses interesses, menos ainda com a Lava Jato a todo vapor.
Botando no pau
Uma das explicações para o gargalo de processos em andamento no País é a Justiça do Trabalho. Ela responde por 40% das ações que ingressam na Justiça.
Isso significa 2,5 milhões de processos trabalhistas por ano. É muito. Dá 70 vezes o número registrado nos EUA, e quase mil vezes o do Japão.
Por conta desse volume galáctico, manter toda a estrutura da Justiça do Trabalho custa caro: mais de R$ 11 bilhões por ano. Isso é praticamente o mesmo valor que a Justiça do Trabalho gera para os seus reclamantes. Ou seja: para cada real ganho numa ação, o governo gasta outro real só para manter a estrutura da coisa toda.
Resolver cada processo custa em média R$ 458 aos tribunais estaduais e R$ 675 da Justiça Federal. Quando separada apenas a Justiça do Trabalho, o custo médio por questão processual pode chegar a R$ 1.700. Uma característica, porém, marca os mais de 95 milhões de processos em tramitação no Brasil: só os setores públicos são responsáveis por 51% dos processos em andamento no País. A maior parte desses processos existe para recuperar valores devidos por pessoas e empresas aos Estados e municípios, ou à União.
Tornar a Justiça brasileira menos paquidérmica não é, portanto, algo que dependa de uma canetada mágica, mas de adequar valores dos mais dispersos. Dar mais autonomia aos sindicatos para validarem acordos junto a empresas, sem necessidade de envolvimento judicial, ajudaria. Termos 20 mil, 25 mil juízes pelo preço dos atuais 16 mil, também. Mas talvez a maior de todas as medidas seja mesmo uma faxina no maior criadouro de processos judiciais do País: o labirinto dos impostos.
Minotauro fiscal
Um livro que reunisse toda a legislação de impostos composta desde a Constituição de 1988 conteria algo em torno de 300 mil normas, distribuídas em 41 mil páginas. Não que todas essas normas sejam vigentes. 92% delas não têm mais validade. O problema é saber quais. Entender exatamente qual lei se aplica em cada caso e qual já caiu em desuso e foi substituída equivale a buscar a saída de um labirinto.
De um labirinto minotáurico: para decifrá-lo, cada empresa brasileira despende em média 2.600 horas. Na Bolívia, que não é exatamente o paraíso da desburocratização, são 1.080 horas. Nos EUA, 175.
Um governo que tornasse a tarefa de pagar impostos menos olímpica certamente evitaria inadimplências – e novos processos judiciais. No fim, o que precisamos é de um país com menos data venias e mais papo reto. Em todas as áreas.

Prefeitos não ligam para norma do TCE e vão fazer o carnaval; aumenta a lista dos que atrasam

De nada adiantou o Tribunal de Contas do Estado baixar, por unanimidade, Instrução Normativa para impedir a realização de festas, como o carnaval, nas cidades em que os servidores estejam com salários atrasados. São mais de 58 prefeituras com atraso onde a festa vai rolar solta.
Apesar da norma e do apoio a ela pelo Ministério Público, os prefeitos não irão acatá-la, mas existem alguns casos em que gestores estão se adiantando e pagando os atrasados, a exemplo de Vargem Grande. E outros que tentaram enganar dizendo que pagaram tudo, como em Nova Olinda do Maranhão, onde a prefeita foi desmascarada pelo Sindicato dos Professores.
Abaixo a nova relação que subiu de 55 para 59 o números de prefeituras com salários atrasados ou pagando abaixo do mínimo:
1. Anapurus
2. Amapá do Maranhão
3. Arame
4 – Matinhas
5. Bacuri
6. Bom Lugar
7. Carutapera
8. Cândido Mendes
9. Centro Novo do Maranhão
10. Colinas
11. Cururupu
12. Esperantinópolis
13. Godofredo Viana
14. Governador Edison Lobão
15. Governador Nunes Freire
16. Grajaú
17. Icatu
18. Joselândia
19. Lago Açu
20. Lago da Pedra
21. Lago do Junco do Maranhão
22. Lago dos Rodrigues
23. Lago Verde
24. Luis Domingues
25. Maracaçumé
26. Mirador
27. Nova Iorque
28. Nova Olinda
29. Paraibano
30. Parnarama
31. Pedreiras
32. Peri-Mirim
33. Peritoró
34. Pindaré-Mirim
35. Poção de Pedras
36. Porto Franco
37. Presidente Médici
38. Presidente Vargas
39. Santa Luzia
40. Santa Luzia do Paruá
41. Santa Quitéria
42. São João do Carú
43. São João dos Patos
44. São Mateus do Maranhão
45. São Roberto
46. São Vicente Férrer
47. Senador La Rocque
48. Serrano do Maranhão
49. Sucupira do Norte
51. Tuntum
52. Turiaçu
53. Tutoia
54. Urbano Santos
Abaixo os novos nomes:
55 – Magalhães de Almeida
56 – Presidente Dutra
57 – São Bento
58 – Satubinha
59 – Araioses


Obs: o nome de Trizidela do Vale foi retirado em razão do prefeito informar que não vai fazer carnaval e que os salários no seu município não estão atrasados.

Isaac Dias Filho convida Hilton Gonçalo a se filiar no MDB

Após se filiar no MDB no último domingo (28), em grande ato realizado na cidade de São Bento, Isaac Dias Filho iniciou sua articulação para atrair novos membros ao partido. Na quinta-feira (1), o pré-candidato a deputado estadual esteve reunido com Hilton Gonçalo e fez o convite ao prefeito de Santa Rita de filiação na sigla emedebista.
Isaac Filho chega ao MDB com a missão de ser um dos principais articuladores do partido na região da Baixada Maranhense, porém o ex-vice-prefeito de Santa Rita vem atuando em diversas frentes para garantir novos filiados. Sabedor da insatisfação de Hilton Gonçalo com o PCdoB, o pré-candidato a deputado estadual tenta atrair o gestor para o projeto emedebista.
Hilton Gonçalo agradeceu o convite e disse que segue viabilizando sua pré-candidatura ao Senado. Atualmente o prefeito está apalavrado com o Avante e tem discutido junto a Eduardo Braide (PMN), a formação de uma chapa para disputa de governo e Senado.

Líderes do litoral ocidental maranhense retomam encontros do programa Lider

O local escolhido para dar continuidade ao programa, foi a cidade histórica de Alcântara, uma das integrantes da microrregião. O quinto encontro do ciclo acontecerá nos dias 22 e 23 de fevereiro, na cidade de Guimarães.

As discussões que tem como objetivo a formulação de um plano estratégico de desenvolvimento sustentável para região do Litoral Ocidental Maranhense, foram retomadas nos dias 25 e 26 de janeiro, por líderes dos onze municípios que integram o programa Liderança para o Desenvolvimento Regional (Lider), promovido pelo Sebrae, por meio da sua unidade regional de Pinheiro em uma iniciativa inédita no estado do Maranhão.
O local escolhido para dar continuidade ao programa, foi a cidade histórica de Alcântara, uma das integrantes da microrregião. O encontro foi o quarto de um total de oito encontros e teve como principal foco a capacidade de negociação dos líderes, considerando a importância de se tornarem bons negociadores, para que possam atingir objetivos de interesse comum da sociedade.
“A iniciativa Lider foi elaborada com o intuito de provocar os líderes locais a buscarem ferramentas para o desenvolvimento dos seus municípios, por isso existe a necessidade de que eles estejam capacitados para isso, uma vez preparados para transpor os obstáculos, as lideranças poderão lidar melhor com os desafios que surgirem ao longo do caminho, resultando em políticas públicas mais eficientes e portanto mais benéficas para toda a sociedade”, afirmou João Martins, diretor superintendente do Sebrae no Maranhão, que participa de todas as edições do programa e foi o principal articulador para que a iniciativa fosse implantada no estado.
Os líderes foram levados a reflexão para compreender que uma negociação não deve ser um confronto, onde existem vitoriosos e derrotados, onde o único objetivo é conseguir o que se quer, não importando os meios e nem tão pouco pode ser uma disputa pessoal com práticas intimidadoras.
“Uma cooperação temporária onde ambas as partes cedem e recebem benefícios satisfatórios sem deixar de atingir os objetivos esperados é o melhor caminho em uma negociação. Precisamos trabalhar para evitar os conflitos e promover o desenvolvimento sustentável da nossa região, eliminando os entraves e garantindo que questões pessoais não irão ser colocadas acima do interesse da coletividade”, garantiu o líder Jorge Dino, em uma de suas falas durante o encontro.
Durante o encontro, os participantes conheceram diversas técnicas de negociação e seus elementos fundamentais, fazendo uma auto crítica que determinou os seus perfis como negociadores e quais características precisam desenvolver para alcançar negociações mais eficazes.
Participação de especialistas
Os líderes tiveram como tarefa, convidar palestrantes especializados que pudessem contribuir para tomadas de decisões na formulação do plano estratégico de desenvolvimento do Litoral Ocidental Maranhense.
Cada palestrante falou sobre um dos quatro eixos temáticos: educação, agronegócios, turismo e infraestrutura. Temas eleitos como determinantes para alavancar o desenvolvimento da região.
O promotor de justiça da comarca de Alcântara, Jansen Sales, proferiu a palestra “Educação Sustentável para o Desenvolvimento do Litoral Ocidental Maranhense” e elogiou a iniciativa do Sebrae em reunir os líderes para discutir políticas de desenvolvimento locais.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Ex-governadora Roseana Sarney é absolvida por unanimidade pelo TJ-MA

A absolvição da ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney foi mantida por unanimidade pelo Tribunal de Justiça do estado. Ela foi acusada de ter beneficiado empresas em obras de unidades hospitalares em vários municípios maranhenses em troca de R$ 1,9 milhão em doação eleitoral para a sua campanha de 2010.
Os advogados da ex-governadora, Luis Henrique Machado e Anna Graziella Neiva, sustentaram a defesa da política apontando que ela era acusada apenas por ter sido governadora à época do ocorrido. “Ela não pode ser responsabilizada objetivamente pelo simples fato de ocupar um cargo”, defenderam os advogados.
Na primeira instância, o juiz Clésio Coêlho Cunha considerou a denúncia do Ministério Público maranhense “imprecisa e genérica”, porque os contratos usados como prova de irregularidade foram assinados por Roseana logo depois que ela voltou de licença, após cirurgia em São Paulo, o que a afastou por meses da função.
Roseana foi acusada de favorecer empresas em contratos do governo em troca de doações de campanha.
Ele também criticou a atuação do MP-MA, afirmando que "virou moda" acusar chefes do Executivo sob o argumento de que eles sabem de tudo o que ocorre em suas administrações. Para ele, essas ações partem de uma ideia incorreta que tenta emplacar a responsabilização penal objetiva.
O caso chegou ao TJ-MA por recurso do MP estadual, que reafirmou ser impossível Roseana Sarney não saber dos atos cometidos por seus subalternos. O órgão afirmou que as dispensas de licitação feitas pelo governo maranhense e os editais de contratação estavam totalmente fora das normas legais que os regem.
Agora, o TJ-MA manteve, por unanimidade, a decisão que a absolveu das acusações, apontando que o Ministério Público não conseguiu demonstrar a responsabilidade de Roseana pelos atos em questão.

CONFIRMADO O CARNAVAL DE APICUM-AÇU.

O prefeito Cláudio Cunha se reuniu ontem 31/01, com o delegado regional de Pinheiro, Dr. Carlos Renato, comandante do Corpo de Bombeiros, Tenente Ferreira e o presidente da câmara municipal de Apicum-Açu, José Gilson (Pacotinho). O assunto da pauta era as festividades de momo do município, onde na oportunidade foi definida a realização dos eventos, sendo duas festas na sede, uma em Itereré Grande, outra em Itererezinho e Cabeceiras.
Através de um decreto e acordo entre as autoridades não haverá festa no povoado de Turirana.

Além de confirmar a realização do carnaval o encontro teve o objetivo de discutir as estratégias que serão desenvolvidas durante o período festivo para garantir a segurança e tranquilidade dos foliões, uma preocupação do prefeito Cláudio Cunha.

Por contas dos últimos acontecimentos no município e por questão de segurança as autoridades acharam melhor levar o carnaval de Apicum Acú para os clubes onde ficara mais fácil a fiscalização. Disse o Delegado Carlos Renato.

Moradora De Mirinzal E Mãe De 2 Filhos É Aprovada Em 1º Lugar Para Medicina Na UFMA

MIRINZAL– A estudante Ivânia Corrêa, de 19 anos, que mora na cidade maranhense de mirinzal, cidade que possui aproximadamente 14.213 habitantes (IBGE/2010), foi aprovada em primeiro lugar para o curso de Medicina na Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Ivânia é mãe de dois filhos e esta foi a segunda aprovação dela para curso de graduação na federal do Maranhão.
Ivânia conseguiu ser aprovada por meio do Sistema de Seleção Unificada, o Sisu, que teve o resultado divulgado na última segunda-feira (29) no portal do Ministério da Educação (MEC).
Sonho de família’
Segundo ela, cursar medicina sempre foi sua vontade. “Sempre foi meu sonho. Eu sempre quis trabalhar com algo que me aproximasse das pessoas, e me permitisse amenizar um pouco do sofrimento alheio e também pelo fato do meu padrasto, que me criou, ter o sonho de formar um filho médico”, disse ela ao Portal AtéHoje.
Sobre o sentimento de ter conquistado a aprovação, Ivânia disse que “é a realização de um sonho. Eu estou muito feliz com minha conquista, mas também me preparando pra essa nova fase que está por vir, tenho consciência do peso desse curso, e quero dar o melhor de mim”, exclamou.
Superação
Ivânia mora atualmente em uma casa com seu padastro, mãe, uma irmã e dois filhos. A renda da família é tida por meio de venda de camarão, por parte de todos membros da família, tanto em casa quanto no mercado municipal de Mirinzal.
A estudante se tornou mãe, primeiramente, aos 17 anos de idade, quando ainda cursava o ensino médio o que, de certa forma, poderia ter atrapalhado sua trajetória. Logo depois, ela engravidou do segundo filho, aos 18 anos, quando já estava cursando Odontologia na UFMA, tendo que trancar o curso.
Filhos de Iv
Ivânia Corrêa é mãe dos pequenos Calebe [de 10 meses] e Efrainy [de 2 anos]. (Foto: Divulgação)
“Quando eu estava no terceiro ano do Ensino Médio, engravidei da minha filha, mas continuei estudando e consegui ser aprovada em Odontologia, na UFMA. Já na faculdade, engravidei do meu segundo filho, cheguei a desistir de tudo na época, mas minha família me incentivou a estudar. Eu passei o ano passado, de janeiro a novembro, em uma casa em São Luís estudando sozinha para o Enem. E agora, consegui minha aprovação”, relatou.
Próximos passos
Com a aprovação para um dos cursos mais disputados nas Universidades Federais no Brasil inteiro, Ivânia terá que morar em São Luís. Assim, ela contou ao Portal AtéHoje que seus pequenos filhos ficarão sob cuidados de sua mãe, para que ela consiga seguir no sonho pela tão sonhada formação.
“Vou estudar em São Luís e meus filhos irão ficar sob os cuidados da minha mãe, como sempre ficaram durante meus estudos. Lá [em São Luís] vou ficar na casa de parentes, mas vou tentar uma vaga na casa dos estudantes da UFMA”, apontou.
Orgulho dos pais
Naturalmente qualquer pai se sentiria orgulhoso com tamanha aprovação. Não é diferente com a mãe e padrasto de Ivania, que relataram com exclusividade ao Portal AtéHoje a felicidade pela conquista da jovem estudante.
“Não tenho palavras para descrever o tamanho da minha alegria pela conquista da minha filha. Ela sempre foi muito inteligente e dedicada aos estudos, desde criança. Nas escolas por onde ela passou sempre foi elogiada. E eu sempre disse que não desistiria dela, apesar de que na maioridade o sonho dela parecia estar se distanciando dela”, frisou Giovane Moraes Corrêa, mãe de Ivânia.
“Graças a Jeová, que nos concedeu essa felicidade, ela conseguiu ser aprovada. Quase perdi minha filha por vários motivos, entre eles doenças. Hoje só temos a agradecer e ser felizes pela nova caminhada dela que está só começando mas já nos deixa orgulhosos”, concluiu Giovane.
Sentimento que não foi diferente para José Waldi Trindade dos Santos, padrasto de Ivânia. “Pra mim é uma honra falar dessa jovem que nunca desistiu de nada que fez na vida. Só tenho que parabenizar ela por essa caminhada vitoriosa e dizer que nunca vamos desistir dela, sempre estaremos fazendo sacrifício para que ela brilhe, apesar de sermos uma família humilde”, completou. As informações são do Portal AtéHoje